Por Onde Andará Macunaíma?
Luna Oliveira
Essa é a pergunta do século! Macunaíma, o herói brasileiro de Mário de Andrade, sempre está por aí, fazendo das suas... Quem sabe não está metido em alguma aventura pelo interior do Brasil, driblando os perigos da floresta e da vida?
Ou talvez ele esteja mesmo é na poesia de Artur Gomes, se misturando com as imagens e referências, fazendo uma "viagem" própria. O que você acha? Onde você acha que Macunaíma anda?
Irina Serafina
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dor -
dói de qualquer jeito
no peito do pé
na ponta do peito
Artur Gomes
foto.poesia
Fulinaíma MultiProjetos
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sede dos meus olhos
poema de Artur Gomes
do livro Suor & Cio
musicado e gravado por Paulo Ciranda
carinhosamente
bebo os olhos teus
pra matar a sede
e aflição dos meus
toda água desse rio
beberia eternamente
pois a minha sede
não se mata de repente
é paixão que não tem hora
pra poder chegar
barco que vai embora
sem saber voltar
navegando mar inteiro
vales rios velas cais
pois a sede dos meus olhos
não se mata nunca mais
https://www.youtube.com/watch?v=JcAlQvYR3Qg&list=RDJcAlQvYR3Qg&start_radio=1
Alice
para Alice Melo Monteiro Gomes
A música está no bico dos pássaros
na pétala de lamparina
no caracol dos teus cabelos
no movimento dos músculos
no m das tua mãos
nada mais sagrado
do que teus olhos acesos
para me iluminar na escuridão
Artur Gomes
O Poeta Enquanto Coisa
Editora Penalux 2020
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A poesia pulsa
para Tanussi Cardoso
aqui
a poesia pulsa
na veia
no vinho
no peito
no pulso
na pele
nos nervos
nos músculos
nos ossos
posso falar o que sinto
posso sentir o que posso
aqui
a poesia pulsa
nas coisas
nos códigos
nos signos
os significantes
os significados
aqui
a poesia pulsa
na pele da minha blusa
na íris dos olhos da minha musa
toda vez que ela me usa
nas iguarias de Bento
quando trampo mais não troco
quando troco mas não trapo
nas pipas
nos vinhedos nos arcos
nas madrugadas dos bares
sampleando o bolero blues
rasgado num guardanapo
o poema pra Juliana
escrito na cama do quarto
no copo de vinho
na boca de Vênus
na bola da vez da sinuca
sangrada pelo meu taco
aqui
a poesia pulsa
nos cabelos brancos da barba
nas gargalhadas de Bacca
na divina língua de Baco
Artur Gomes
O Poeta Enquanto Coisa
Editora Penalux – 2020
pássaro de fogo
desde a primeira vez
que vi Irina
minha íris salta da retina
como pássaro de fogo
Nijinski num balé irado
pelas muralhas da Rússia
Artur Gomes
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Fulinaimanicamente Voz Falo
https://fulinaimamultiprojetos.blogspot.com/
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Para ver o vídeo
https://www.facebook.com/search/top/?q=Nijinski%20-%20v%C3%ADdeo%20
e desde
que comecei a lê-lo
percebi tantas e tantos
por trilhas de Arcozelos
nas lãs dos tantos novelos
nas teias que aranhas tecem
poemas tantos com tantos
instantes por não fazê-los
e a triste memória na fita
deixada no gravador
ficou no desejo enrustida
a imensa carência do amor
Irina Severina
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https://ciadesafiodeteatro.blogspot.com/
tenho estado em Iriri
em estado de morta/idade
não sei matar a saudade
nessa cidade estrangeira
que nem é do Espírito Santo
já inventei tantos cantos
já enxuguei tantos prantos
nem sei por quanto janeiros
nem sei o que fevereiro
esse mês de carnaval
só de pensar passo mal
viver nesse meu sacrifício
e ouço esse Sergio Sampaio
no Engenho de Dentro do Hospício
Rúbia Querubim
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1º FestCultural na praia do Sossego
Balbúrdia PoÉtica - edição especial
em comemoração ao aniversário de Reubes Pess
Bolero Blue
beber desse conhac
em tua boca
para matar a febre
nas entranhas
entre os dentes
indecente
é a forma que te bebo
como ou calo
e se não falo quando quero
na balada ou no bolero
não é por falta de desejo
é que a fome desse beijo
furta qualquer outra
palavra presa
como caça indefesa
dentro da carne que não sai.
Artur Gomes
FULINAIMAGEM - A Poesia Proibida
Poema do livro Juras Secretas – 2028 musicado por Reubes Pess
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https://www.facebook.com/reel/503035823209814
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Balbúrdia PoÉtica
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des(ilusão)
desde quando
meu beija-flor
bebeu do mel
dos teus olhos
meus olhos
sonharam flor
de lis
de lírios
em meus delírios
nunca mais
sofri as dores que não tive
e as loucuras do amor
Artur Gomes Fulinaíma
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Balbúrdia PoÉtica










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